Leash:
Utilizado com a mesma finalidade que o de surf, este em vez de ser colocado no tornozelo do surfista, é colocado no pulso ou cotovelo (bicepe) do bodyborder, não é liso e tem forma de fio de telefone para que não se enleei nos braços quando o desportista está a remar.
Pé de Pato:
O barbato tem de ser confortável para o pé mas também de ser rijo na pá para que consiga ter a tal impulsão quando se precisa dela.
Protecção de Pé de Pato – Protege o calcanhar das feridas que poderão ser provocadas por estes.
Fixador de Pé de Pato – Serve para que o bodyboarder não perca o Pé de Pato.
Botas de neoprene:
Úteis, pois em mar quente a borracha do pé do pato a roçar no pé, não vão provocar feridas. Em mar frio as botas vão dar um pouco mais de protecção contra o frio. No entanto o uso ou não destas botas é muito subjectivo, pois elas não são essenciais à prática do Bodyboard.
Shop:
Tem como função manter a prancha agarrada ao surfista. Em caso de queda, se este não o usar, cada vez que cair na onda, será obrigado a ir buscar a prancha porque devido à flutuação é arrastada até à areia.
Safty Nose:
Este acessório serve para colar no nose (bico) da prancha, e proteger o surfista em caso de queda.
Kit Reparação:
Contém Resina, secante e lixas de vários números. Serve para reparar as pranchas de surf com pequenos problemas de infiltrações. As pranchas de Bodyboard não requerem manutenção, sendo só aconselhável passá-las por água doce após a sua utilização.
Capas:
Servem para resguardar as pranchas de possíveis danos, ou até do próprio sol. Normalmente são feitas de tecido muito resistente, almofadado e reflector. O tecido turco também é utilizado mas são muito menos resistentes.
- 1 Pé = 30,48 cm
- 1 Polegada = 2,54 cm
Raspador:
Tem como função fazer pequenos riscos no wax para aumentar a aderência da prancha evitando assim que os praticantes escorreguem.
WAX:
Composto essencialmente de parafina e sebo da Holanda, o wax tem como finalidade servir de antiderrapante, existem de vários modelos, várias cores (consoante a temperatura da água) e cheiros. Sex Wax é uma possível marca.
Deck’s:
Com a mesma finalidade de wax, os Deck’s têm a vantagem de não derreterem com o calor e de não ficarem sujos de areia e irremediavelmente inutilizados, como é o caso do wax.
Normalmente só são utilizados para colar na parte de trás das pranchas de Longboard ou Surf, porque é nesta referida parte que o surfista faz mais pressão, no entanto, existem pessoas que também os colocam na parte da frente das pranchas.
No Bodyboard são coladas na parte de baixo da prancha e à frente, evitando assim que as mãos escorreguem ao segurar a prancha.
FATOS ISOTERMICOS
Têm como finalidade manter a temperatura com o corpo por muito tempo.
No Inverno:
Utiliza-se de manga e perna comprida, com espessuras compreendidas entre dois e quatro milímetros.
Existem ainda fatos que nas costas e no peito possuem “Rubatex”, que é igualmente neoprene sem no entanto ser forrado com Lycra. Este tipo de matéria é muito vantajoso, pois impede que a parte exterior do fato se molhe, evitando assim o arrefecimento do corpo do surfista em contacto com o vento e frio.
No Verão:
Possuem manga e perna curta e com o neoprene de um a dois milímetros. Devem ser sempre passados por água doce e colocados a secar à sombra.
LICRAS
São vestidas por baixo dos fatos isotérmicos, com o objectivo de evitar que a pele fique assada devido ao contacto com o fato. Podem ser de manga curta ou comprida e têm sempre as costuras por fora.
ALGUNS TERMOS UTILIZADOS EM BODYBOARD
Deck – Parte superior da prancha.
Core – Material que constitui o interior da prancha.
Slick – Parte inferior da prancha.
Stringer – É um tubo de carbono que, colocado no interior da prancha lhe fornece mais durabilidade. Ideal se conjugado com um core Dow.
Dow Core – O Core é o material usado no interior da prancha. Dow é um material com excelente projecção e conforto.
Polypropylene core – o Polypropylene é o material de última geração. É a mais leve que o Dow e mais impermeável.
Sem comentários:
Enviar um comentário