segunda-feira, 28 de maio de 2012

História do Bodyboard

Um marco importante na História dos desportos náuticos foi a invenção do Bodyboard por parte de Tom Morey, um engenheiro inventor de brinquedos aquáticos.
Morey, sendo bastante avançado para a sua época, concebeu pranchas com entradas de ar, canais múltiplos e quilhas um pouco “estranhas”. Imaginou pranchas motorizadas, lubrificadas a ar que deslizavam sob bolhas de bicarbonato de sódio libertadas periodicamente.
Nenhuma das suas ideias, no que diz respeito ao fabrico das suas pranchas ideais, parecia realmente possível de concretizar, no entanto, o facto de possuir bastantes dificuldades económicas e a grande vontade de surfar levaram Morey a pedir um trinchante eléctrico emprestado e um ferro. Cortou então uma pequena prancha de quatro pés e meio de comprimento com uma faca, utilizou um ferro de engomar para a impermeabilizar e passou a espuma para a selar, e protegeu-a com um jornal, passando desta forma a tinta para a prancha. Acabou por chamar ao seu invento, num tamanho mais reduzido de Bodyboard, Boogie Board, tendo um enorme impacto junto das camadas mais jovens.
Macia, leve, pequena e à prova de golpes são algumas das características destas pranchas. Morey criou assim um novo tipo de pranchas, bem como o facto de poder modificar por completo a relação com o oceano tornado milhões de pessoas mais íntimas com as ondas.

MATERIAL DE CONSTRUÇÃO DA PRANCHA

Crosslink:
Um tipo de forma caracterizado por ser muito denso e compacto, e sem qualquer tendência para a absorção de àgua. Rails e Deck muito duráveis.
Arcel:
 Desenvolvido e produzido exclusivamente para bodyboards na década de 80. É uma leve e resistente espuma usada para as cores dos bodyboards. Uma das suas características é a manutenção da dureza do Core (interior da prancha) mesmo em águas quentes. A grande desvantagem era a facilidade com que a prancha ficava com as marcas das mãos só por agarra-las com um pouco de mais força. Mais tarde foi substituído pelo Polipropileno.
Polipropileno:
 A nova vaga de material de Core é leve, flexível e resistente. Tendo dois tipos, como o EXTRUDED POLYPRO e BEADED POLYPRO.
 Extruded Polypro – Feito de fibras de Polypropileno e oferece uma grande protecção e durabilidade à prancha.
Beaded Polypro – Em comparação com o Extruded é mais leve, durável e à prova de água. Um dos aspectos negativos pode ser a demasiada dureza com que a prancha pode ficar, mas isto depende das preferências de cada um. Dow ou Polyetileno são usados para as pranchas desde os anos 70 e ainda é espuma padrão.
Surlyn:
 Inventado pelo químico Dupont, é a matéria que cobre as bolas de golf, nas pranchas é utilizado nos “slicks”     ( parte inferior  da prancha).É liso e durável e tem grande projecção e rapidez.
HDPP (High Density Polypro):
 Assemelha-se ao Surlyn mas não é tão flexível.
COMO ESCOLHER UMA PRANCHA
Para se escolher uma prancha temos que ter em atenção ao tamanho da pessoa, tem que ficar sensivelmente pelo umbigo e quando a prancha é transportada deve encaixar perfeitamente debaixo do braço.
ROCKER :
Curva que vai desde o nose até à tail. Normalmente uma tábua com um nose mais direito. Cada Rock varia conforme o tipo de mar.
RAILS :
Uma prancha que tenha os rails paralelos tem tendência para ser muito mais rápida mas menos manobrável do que o modelo com wide point central e um Outline arredondado, isto é, quanto mais arredondado o Outline da tábua for, mais semelhança vai ter com uma gota de água, logo mais fluidez da tábua vai ter.
Os Shapes dos rails são essencialmente de dois tipos de ângulo:
  - Rail de 60/40: Agarra mais a onda logo os Bodyboards vão ter maior controlo da prancha, no entanto tem também uma quebra na velocidade.
                                                                                                                                             
  - Rail 50/50: Os Bodyboards menos controlam mas com uma maior velocidade.

TAILS (Cauda da Tábua):
Crescent tail:
É a mais antiga mas mesmo assim a mais usada pois é a que oferece maior controlo da prancha, é polivalente, boa tanto para prone como para dropknee. É considerada a melhor para surfar mar pesado
Square tail:
É a mais rápida, mais volume na tábua o que faz com que tenha menos atrito.
Bat tail:
É uma das tails mais usadas e que aumenta a capacidade de manobra da prancha. Ao ter uma “barriga” que sai da tail vai aumentar a flutuação da tábua. Normalmente as pranchas com BaitTail são acompanhadas de Channels (canais) o que ajuda a ter mais controlo da tábua, pois ela vai agarrar mais a parede da onda o que ajuda muito a puxar bons bottoms e a ter mais controlo em situações críticas. Esta tail é também considerada a melhor para surfar mar mais pequeno e mole.
CANAIS
Os canais são um extra que as tábuas têm, que ajuda em muito no controlo da tábua dentro de um tubo ou a ter uma resposta mais eficaz quando se pede uma manobra mais puxada. Os canais muito fundos ou superficiais são muito úteis, mas podem também baixar a velocidade.








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